A lei da gravidade orbita teu corpo, tão sério, orbito teu corpo
Entre suas pernas, procuro o oxigênio que orbita teu corpo, tão sério, respiro teu corpo
Então suspiro teu corpo, então transpiro teu corpo, leis da física
Experimentamos a primeira, vibramos com a segunda e a blitz vem na terceira
Pena. Pena. Que pena.
Bom...
A força da pena arrebenta as espadas
Atravessei meu cavalo em frente ao teu exército, eles nem eram inimigos
É que eu quero arrancar tua cabeça e ainda conversar contigo
Você atravessa nua a guerra, acaba comigo
No meu ouvido diz que sobreviveu todos meus filmes de terror favoritos
Eu vejo olhares mortos dentro desses teus olhos tão vivos
Um lado da mente implora: me beija - o outro implora que eu corra, perigo
Quando acordo eu já tô amarrado
Armadura quebrada ao lado
O que vc quer com a minha pele?
Vestir minha pele e depois me caçar? Você é louca!
Vc tem várias teorias, um só caos
Voando como pássaros, me alimenta, boca a boca, tirando a roupa, esquece Roma
Semi deuses por afinidade, Baco nos inspeciona, querendo, se emociona
Mas eles não conseguem, então, sei lá
Toma a minha mortalidade, só me faz lembrar
10 de novembro de 2018
7 de novembro de 2018
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Sol em escorpião, hj acordei picado
Mandei só passar cuspe, me deixou todo chupado
Passo a mão em teus cabelos pedindo permissão
Se cala que eu continuo, gemido não é omissão
Ajeito minha roupa ela pergunta pra que veio
Alternativas são jogar num canto pra vitória ou pra escanteio
A resposta tá espremida entre a língua e o teu seio
Desejos primitivos, perda não tirar uma lasca
Arrepiada entre o ar quente e o encontro com o Alaska
Roupa espalhada na cama, stand para foto
Numa mão tenho um segredo na outra seu pescoço
Será que fode como escreve ou escreve como fode?
Rode o Froid que tu acha, rode, fode, esculacha
Os mano da suruba me deram parabéns
Pediram pra trazer só a cereja, trouxe logo o bolo
As mina da suruba me deram parabéns
Esqueceram de dar cobertura, essa noite fui o consolo
A mentira tem perna curta, então hoje vamos atrasar
A verdade te excita, com calma na fala, falo pra gozar
Mandei só passar cuspe, me deixou todo chupado
Passo a mão em teus cabelos pedindo permissão
Se cala que eu continuo, gemido não é omissão
Ajeito minha roupa ela pergunta pra que veio
Alternativas são jogar num canto pra vitória ou pra escanteio
A resposta tá espremida entre a língua e o teu seio
Desejos primitivos, perda não tirar uma lasca
Arrepiada entre o ar quente e o encontro com o Alaska
Roupa espalhada na cama, stand para foto
Numa mão tenho um segredo na outra seu pescoço
Será que fode como escreve ou escreve como fode?
Rode o Froid que tu acha, rode, fode, esculacha
Os mano da suruba me deram parabéns
Pediram pra trazer só a cereja, trouxe logo o bolo
As mina da suruba me deram parabéns
Esqueceram de dar cobertura, essa noite fui o consolo
A mentira tem perna curta, então hoje vamos atrasar
A verdade te excita, com calma na fala, falo pra gozar
6 de novembro de 2018
Bushido
Singular,
abro a folha
Palavras não querem se posicionar
Folha em
branco, verso branco, bolha
Palavras não querem se posicionar
São todas
soltas, o arroz dos meus versos tá sempre no ponto
Quantas
palavras entraram na receita do mundo?
Saímos do
mar, minhas lágrimas salgam, sou mar
Imagina só a tristeza do meu oceano
Vivo o
fundo por meio de aparelhos
Aparelho
sensações, raio x desvenda só esqueleto
E quando
eu começo sigo sendo discreto
Eles não
me veem substantivo? Sou verbo! Firmo os tempos
A minha
eternidade é formada por cada um desses momentos
em que
Confundo
pontos com vírgulas pra ouvir mais exclamações
Essas
manchas no papel leem melhor seu futuro
Tirei a
mira a laser assim que comecei a atirar no escuro
Um cego
me vendeu um seguro
Saio de
casa e só vejo mais muros, não estamos seguros, procuro mais cegos
Tempos de golpe e...
Silêncio cria
Poetas. Meu seppuku
Gerará haikais
5 de novembro de 2018
Sambinha
Vem de ciroc, nóis de corote
De lancha com teu rolex, moleques nadam de bote
Perguntou: onde que tu vive? Retire, hoje ninguém vive, reside
E quando nóis fecha a hora do revide?
Eu moro na flecha, a casa é madeirite
Já para a cama! Não, já para a terra
Acharam mais um osso no teu travesseiro
Momentos de tensão, todos em choque
O Choque tem mais amperes do lado de dentro do camburão, sente a tensão
Elementar, tipo Sherlock, não o ensino
Ensino a encontrar verdades nas letras desses livro ao menino
Que tem saciedade, merenda, já ta pedindo
Sua lancheira aí com o que os EUA vem produzindo, ouve o sino
E deixa ele vibrar
Deixa ele virar
Deixa eles se acabar
Como a favela
De lancha com teu rolex, moleques nadam de bote
Perguntou: onde que tu vive? Retire, hoje ninguém vive, reside
E quando nóis fecha a hora do revide?
Eu moro na flecha, a casa é madeirite
Já para a cama! Não, já para a terra
Acharam mais um osso no teu travesseiro
Momentos de tensão, todos em choque
O Choque tem mais amperes do lado de dentro do camburão, sente a tensão
Elementar, tipo Sherlock, não o ensino
Ensino a encontrar verdades nas letras desses livro ao menino
Que tem saciedade, merenda, já ta pedindo
Sua lancheira aí com o que os EUA vem produzindo, ouve o sino
E deixa ele vibrar
Deixa ele virar
Deixa eles se acabar
Como a favela
Sem nome 1 / Impulso
Você é fechada, fachada pros outros,
Ainda tô corpo fechado.
Todos querem ter histórias pra contar, e recontar, ninguém quer ser Forrest Gump
Hoje acordei e quero correr, só correr, você desamarrou o teu cadarço
E penso assim pois nasci em janeiro, e em janeiro, no calendário sou funcionário do ano
É que deixei crescer a minha juba, juba, juba, juba... o mágico não tem só coelho na cartola
Quando anoitece em Paris, sorri e diz: não seja brando
Reparei nas luzes ao perder teu olhar, e ao olhar, recebi tua calcinha, nem me chamo Wando
Capitães ao mar, heróis no mato, esquecemos quem manda, comanda sincera como o desejo
Cê tem outras doses? Cê tem outras vozes? Cê tem outros beijos? No frio dei tanto play, peguei polifonia
Sou o Froid que novo jaz, garota, pois não via sentia luz
Hoje estou me sentindo vivo
Ainda tô corpo fechado.
Todos querem ter histórias pra contar, e recontar, ninguém quer ser Forrest Gump
Hoje acordei e quero correr, só correr, você desamarrou o teu cadarço
E penso assim pois nasci em janeiro, e em janeiro, no calendário sou funcionário do ano
É que deixei crescer a minha juba, juba, juba, juba... o mágico não tem só coelho na cartola
Quando anoitece em Paris, sorri e diz: não seja brando
Reparei nas luzes ao perder teu olhar, e ao olhar, recebi tua calcinha, nem me chamo Wando
Capitães ao mar, heróis no mato, esquecemos quem manda, comanda sincera como o desejo
Cê tem outras doses? Cê tem outras vozes? Cê tem outros beijos? No frio dei tanto play, peguei polifonia
Sou o Froid que novo jaz, garota, pois não via sentia luz
Hoje estou me sentindo vivo
Hoje vou ser, brindo com um vinho
Amanhã quem pode saber
Vem de meia taça se quiser beber
Interfonei pra baixo, avisei a recepção
Quero uma boa recepção, atender suas vontades
Tapete vermelho não voa, não serve, não cabe, não deve
Somos investidores do amor. Não são abraços, realeza e seus royalties
Dançando em boates
Valsando. Boa? Bis
Voando, colibris
Dosando o mel, fiz
Vista grossa. Ninguém se empossa
Risca a pólvora, mostra, convém bossa
Ou funk, íris, língua, toca, placa tectônica pelas suas costas
Nem vi, na mesa tem gim e tônica
Não feche os olhos se não quiser perde-los de vista. Começa. Confio.
Não feche os olhos se não quiser perde-los de vista. Começa. Confio.
Vamos escrever juntos nossa utopia
Em que seus olhos sempre estejam aguardando ao final da ponte
Onde meus olhos não se escondam sem nem saber aonde
Perfume amadeirado
Lábios vermelhos, placa avisa
“Trago de volta o gosto
Do pecado em uma noite”4 de novembro de 2018
Agora você sabe que é pra vc
Seus dedos de moça apimentam e trazem à minha boca todos seus sabores
Os meus, invasivos, se afogam
A pólvora queima tão rápido, baby
Nem deu tempo de beijar tua mão
Sobrou para pensar em vc
E restou entender que
O sereno se esconde do dia
Como tênues cortinas de fumaça escondem as carícias do meu olhar
Eles temem os vampiros, Picasso tentou desenhar, saiu crepúsculo
Não entendem os vampiros, não mordem a eternidade de um momento
E por hj saber a amplidão dos seus abraços,
Deve ter milhões de views, te procuro no lap, tope
Eu só penso no seu lap dance
Poder segurar suas mãos mais um dia me convence
Beijar tua boca, olhar nos olhos, é transe
Você intensificou o gosto na minha erva
Caindo de boca, noite, sou teu sol
Hoje és Pedro, me negue mais três vezes
Três meses, três desses
Filmes de sessão da tarde
Comendo pipoca e um doce
Me fala da sua vida
Eu te acho tão doce, adoro doce
Vc não enjoa? Perdoa eu ter um poquin di abelha
Perdoe vc não ser minha última estrofe
Uma cachoeira é onde vc pertence, menina
Panamá. Caralho, como tu não entendeu a rima?
Quero um dia escrever com vc
Colocamos um alter ego, esquecemos nossos egos, nos fundimos em linhas
Os parágrafos são pausas para nossa respiração
Caetano e Bethânia serão nossos filhos
Línguas não se dão com os dentes, seus lábios são lugar certo
Diz enquanto tu me beija: isso não é correto!
Outra noite e minhas mãos, livres, oprimem outro pescoço
Sua mente não era free, mas ensinei a sentir
Seus olhos falam e eles querem me castigar
Sua mão já saiu, ainda me falta ar
Os meus, invasivos, se afogam
A pólvora queima tão rápido, baby
Nem deu tempo de beijar tua mão
Sobrou para pensar em vc
E restou entender que
O sereno se esconde do dia
Como tênues cortinas de fumaça escondem as carícias do meu olhar
Eles temem os vampiros, Picasso tentou desenhar, saiu crepúsculo
Não entendem os vampiros, não mordem a eternidade de um momento
E por hj saber a amplidão dos seus abraços,
Deve ter milhões de views, te procuro no lap, tope
Eu só penso no seu lap dance
Poder segurar suas mãos mais um dia me convence
Beijar tua boca, olhar nos olhos, é transe
Você intensificou o gosto na minha erva
Caindo de boca, noite, sou teu sol
Hoje és Pedro, me negue mais três vezes
Três meses, três desses
Filmes de sessão da tarde
Comendo pipoca e um doce
Me fala da sua vida
Eu te acho tão doce, adoro doce
Vc não enjoa? Perdoa eu ter um poquin di abelha
Perdoe vc não ser minha última estrofe
Uma cachoeira é onde vc pertence, menina
Panamá. Caralho, como tu não entendeu a rima?
Quero um dia escrever com vc
Colocamos um alter ego, esquecemos nossos egos, nos fundimos em linhas
Os parágrafos são pausas para nossa respiração
Caetano e Bethânia serão nossos filhos
Línguas não se dão com os dentes, seus lábios são lugar certo
Diz enquanto tu me beija: isso não é correto!
Outra noite e minhas mãos, livres, oprimem outro pescoço
Sua mente não era free, mas ensinei a sentir
Seus olhos falam e eles querem me castigar
Sua mão já saiu, ainda me falta ar
1 de novembro de 2018
Post it
Tu me impulsiona tipo AdSense, sente?
Me dá a caneta, volto ao exercício
Não sei nem se "crush" entra pra Academia, mas te olhei e pensei em repetir a série
Mas ode a tu, gata, dizem, já tá batida
A caneta é uber black, desvio das batidas
Te encontrei, avisem o D2, agora todo dia é desfile na avenida
Mando depois uma foto, cobro o couvert
Prato principal nós sabemos fazer
Caralho, sinto calor mas hoje nem tá quente
Sangue quente, noite fria, por tu não tá perto
Para com a arte, não entendemos
Poetas vem de Marte, minha visão é além do alcance, tô de olho em Vênus
Hoje estou meio cheio de copos
Sem talheres, Hannibal esconde os corpos
Nossos sextos sentidos se tocam, já não estamos mortos
Hoje sorrimos as nossas tragédias
A alegria olhava com inveja
Então senti o chamado
Botei terror, que seja
Rasguei as minhas seis cartas
Escritas nas seis vezes em que te vi
Seis demônios nos meus ombros,
Atrás da rebelada Lilith
Vc conjura suas cartas na mesa
A hora pede, mas tô guardando seu zap
Na regressão, descobri que engatei contigo um romance na primeira
Não consegui nessa segunda encarnação, na terceira quem sabe
Bolsos vazios, guardo espaço pro oxigênio do mundo
Mãos ocupadas. Numa o mundo, noutra a tua foto
Vc ofega, te trago novos ares, segura aqui o mundo
Sua foto me lembra o mundo, então nem me importo
Tirei o pé da fôrma, pensei na forma da água,
Sem grades tive litros de conteúdo
Me sinto livre. Trago imagens à margem,
Nas suas viagens não esqueça essas paisagens que criei a vc, pois assim viajo junto, Van Gogh
São tantas linhas bobas, tantas rimas pobres, mas elas te fazem feliz
Siiim, sim, sim... sim
Te fazem feliz!
Me dá a caneta, volto ao exercício
Não sei nem se "crush" entra pra Academia, mas te olhei e pensei em repetir a série
Mas ode a tu, gata, dizem, já tá batida
A caneta é uber black, desvio das batidas
Te encontrei, avisem o D2, agora todo dia é desfile na avenida
Mando depois uma foto, cobro o couvert
Prato principal nós sabemos fazer
Caralho, sinto calor mas hoje nem tá quente
Sangue quente, noite fria, por tu não tá perto
Para com a arte, não entendemos
Poetas vem de Marte, minha visão é além do alcance, tô de olho em Vênus
Hoje estou meio cheio de copos
Sem talheres, Hannibal esconde os corpos
Nossos sextos sentidos se tocam, já não estamos mortos
Hoje sorrimos as nossas tragédias
A alegria olhava com inveja
Então senti o chamado
Botei terror, que seja
Rasguei as minhas seis cartas
Escritas nas seis vezes em que te vi
Seis demônios nos meus ombros,
Atrás da rebelada Lilith
Vc conjura suas cartas na mesa
A hora pede, mas tô guardando seu zap
Na regressão, descobri que engatei contigo um romance na primeira
Não consegui nessa segunda encarnação, na terceira quem sabe
Bolsos vazios, guardo espaço pro oxigênio do mundo
Mãos ocupadas. Numa o mundo, noutra a tua foto
Vc ofega, te trago novos ares, segura aqui o mundo
Sua foto me lembra o mundo, então nem me importo
Tirei o pé da fôrma, pensei na forma da água,
Sem grades tive litros de conteúdo
Me sinto livre. Trago imagens à margem,
Nas suas viagens não esqueça essas paisagens que criei a vc, pois assim viajo junto, Van Gogh
São tantas linhas bobas, tantas rimas pobres, mas elas te fazem feliz
Siiim, sim, sim... sim
Te fazem feliz!
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